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Aula 3 e os Roteiros de Estudo 2 e 3 organizados em tópicos, com quiz discursivo, quiz objetivo de múltipla escolha, casos e flashcards. O fio que prende tudo é um só: a Resolução COFFITO 406/2011 e a tríade área de atuação → competência → atribuição técnica. A tendência é a prova vir em caso clínico, então treine o raciocínio nos casos antes de fechar a decoreba.
A professora insiste nesses três níveis quase todos os slides. Memorize a diferença antes de tudo o resto, porque ela aparece na prova e nas questões dos roteiros.
O campo ou contexto em que o profissional pode atuar: Assistência Social, Cultura, Educação, Justiça, comunidades tradicionais, população em situação de rua, migração, calamidades.
O que o profissional precisa dominar para atuar nesse campo: avaliar, planejar, desenvolver estratégias socioocupacionais, fortalecer redes, promover participação, produzir conhecimento.
A função profissional que o TO pode exercer: coordenação, gestão, direção, chefia, responsabilidade técnica, consultoria, perícia, supervisão.
Não confundir os três níveis é a pegada favorita da disciplina: “onde” não é “o que”, e “o que” não é a “função”.
A mudança de paradigma: por que a TO social redefiniu objetivos e instrumentos; as Resoluções 383/2010 e CNAS 17/2011; o SUAS e o FETSUAS.
Ver resumo do blocoA especialidade em si: o que a resolução disciplina, as 9 áreas de atuação, as competências, as atribuições técnicas e os três casos comentados em sala.
Ver resumo do blocoA 406/2011 vista pelo lado do estudo: conceitos, exercício de território e o exercício de escolha de população, formato provável da prova.
Ver resumo do blocoCada bloco é um card expansível. Leia primeiro em tópicos, depois reabre o PDF original para conferir os detalhes que a professora marcou.
Trabalhe cada questão por conta própria primeiro. Depois revele a resposta-modelo, compara e marca a questão como respondida — a barra mostra seu progresso.
Redefinição de objetivos e instrumentos; regulamentação e inserção da TO no SUAS e no FETSUAS.
Por que a inserção da TO no campo social exigiu uma redefinição dos objetivos de intervenção?
A TO deixa de utilizar atividades no campo social?
Qual a diferença entre objetivo e instrumento de intervenção?
O que estabelece a Resolução COFFITO nº 383/2010?
O que estabelece a Resolução CNAS nº 17/2011?
A Resolução CNAS nº 17/2011 determina que todo CRAS tenha um TO?
O que é o FETSUAS?
Por que é importante a participação do TO no FETSUAS?
Se a TO é regulamentada e reconhecida pelo SUAS, por que ainda precisamos disputar espaços e reconhecimento?
Especialidade profissional — Resolução COFFITO nº 406/2011.
Quando você pensa em TO, quais espaços de atuação vêm à cabeça?
O TO pode atuar apenas em serviços de saúde? Justifique.
Quais outros espaços sociais poderiam demandar a atuação do TO?
Por que é importante uma profissão possuir regulamentação específica de áreas e competências?
Escolha três áreas de atuação e imagine uma situação em que a TO poderia atuar.
Qual a diferença entre “onde o TO pode atuar” e “o que o TO pode fazer”?
No território da questão (transporte ruim, pouca cultura, baixa geração de renda, redes frágeis), quais atuações da TO se pensam?
Nesse território, bastaria trabalhar habilidades individuais?
Escolha uma população e responda: a) principal barreira ocupacional/social; b) papel da TO; c) atividade como recurso de mediação; d) rede/serviço a articular.
Conceitue: área de atuação · área de competência · atribuição técnica.
Cada questão tem uma certa e três erradas. Escolhe a resposta e ela corrige na hora, com feedback — sem voltar atrás. O placar no topo mostra quantas você acertou. Use ele pra simular o ritmo da prova.
Ordem correta da tríade da 406/2011:
“Atividade como tecnologia de mediação socioocupacional” significa:
FETSUAS é:
A Resolução CNAS nº 17/2011:
A Resolução COFFITO nº 383/2010:
A Resolução COFFITO nº 406/2011:
Para a 406, “participação”:
Princípio de atuação junto a comunidades tradicionais:
Quando “João não participa”, o que se investiga?
Exemplos de atribuições técnicas do TO:
Os três casos comentados em sala na Aula 3 + as sete populações do exercício de território (Roteiro 3, questão 9). Treine escrevendo a resposta antes de revelar a modela.
Comentados nos slides — a professora já passou a linha de resposta em sala.
A TO poderia atuar nesse contexto? Como?
Como a TO poderia atuar?
Como a TO poderia atuar?
O que precisamos investigar?
Formato provável da prova: para a população escolhida, dizer a principal barreira ocupacional/social (a), o papel da TO (b), uma atividade como recurso de mediação (c) e a rede/serviço a articular (d). Revele a modela só depois de escrever a sua.
A cadeia esperada: cotidiano → pertencimento → redes → projeto de vida → participação social e econômica. Não decore a lista de atividades de cor: ligue cada uma a um objetivo (pertencimento, rede, renda).
O objetivo é reabilitação e reinserção social + afetiva + econômica. A 406 prevê atuação com pessoas privadas de liberdade e com familiares, em ações individuais, grupais e coletivas.
Princípio fundamental: respeitar a diversidade — o TO não “levar seu saber” e impor, mas construir com a comunidade, reconhecendo e valorizando seus saberes e modos de vida.
Chave do raciocínio: acessibilidade é multidimensional (física, comunicacional, social, cultural, econômica). A resposta que pontua é a que vai além da “barreira arquitetônica”.
O fio condutor é participação social e econômica: a atividade abre espaço de pertencimento; a rede converte participação em oportunidade concreta.
A migração está expressamente entre as áreas de atuação da 406. O raciocínio esperado: reconstruir cotidiano + redes + pertencimento, partindo da história ocupacional da pessoa.
Calamidades e conflitos estão entre as áreas de atuação da 406. O eixo é reconstituir o cotidiano e os vínculos — memória, história e pertencimento voltam a se organizarem.
Clique no cartão para virar. Use o ritmo: 2 rodadas — primeiro tentando responder por conta própria, depois confirindo com o verso.